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01 - CURSO RÁPIDO DE RELAÇÕES HUMANAS EM 7 LIÇÕES
1ª
Lição:
As 6 palavras mais importantes:
"ADMITO QUE EU POSSA ESTAR ERRADO"
2ª
Lição:
As 5 palavras mais importantes:
"VAMOS EXAMINAR MELHOR O PROBLEMA"
3ª
Lição:
As 4 palavras mais importantes:
"QUAL A SUA OPINIÃO?"
4ª
Lição:
As 3 palavras mais importantes:
"FAÇA O FAVOR"
5ª
Lição:
As 2 palavras mais importantes:
" MUITO OBRIGADO"
6ª
Lição:
A palavra mais importante:
"NÓS"
7ª
Lição:
A palavra menos importante:
"EU"
02 - A LISTA
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender
Quantos defeitos sanados
com o tempo
Eram o melhor que havia em você
Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia para sobreviver
Quantos segredos você guardava
Hoje são bobos, ninguém quer saber
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você.
OSWALDO MONTENEGRO
Transcrito do livro Pronto para Vencer Sem Medo de Tentar, da autoria de MARCO TÚLIO MICHALICK- págs 92/93 - Editora DPL (São Paulo).
03 - LIBERDADE
Eu desde pequeno
gostava de aprisionar os passarinhos.
Tinha muitas gaiolas e adorava vê-los presos sem poder
voar e cantar em suas matas até que um dia saí de casa,
envolvi-me com maus elementos e, com eles, fui preso.
Daí então, ali, naquela prisão, atrás daquelas grades
eu vi
como era triste perder a liberdade.
E, quando minha mãe
foi me visitar eu pedi a ela para
soltar todos aqueles pássaros e queimar todas as gaiolas porque
quando eu saísse dali não iria mais pegar passarinhos, não
iria mais
tirar suas liberdades de voar e cantar nas suas matas porque sabia
como é triste não ter liberdade.
Que Deus
abençoe a todos.
Obrigado pela oportunidade.
Um irmão desencarnado,
ALEX MARTINS (*)
| ( * ) |
Psicografia
recebida pela médium Maria da Conceição Souza Reis,
na tarde de 05 de julho de 2003, no Grupo Espírita Casa do Caminho,
em Corumbá de Goiás. O Espírito se identificando, a irmã relutou em escrever o nome, porém ele pediu-lhe que escrevesse. |
04 - ALBERT EINSTEIN
Um jornalista, no decorrer de uma entrevista, perguntou a Albert Einstein se era ateu, como a maioria dos seus colegas cientistas. O imensurável cientista negou que fosse materialista ou ateu , declarando o seguinte:
"A opinião comum de que sou ateu é um grave erro. Quem pretende deduzir de minhas teorias científicas tal idéia, não as entendeu. Pessoalmente, creio em Deus e posso dizer que nunca em minha vida cedi a uma ideologia atéia. Não há oposições entre a Ciência e a Religião, o que há são cientistas atrasados que professam idéias que datam de 1880...
A mais bela e profunda
emoção que se pode experimentar é a sensação
dos místicos. Estes são semeados da verdadeira ciência ...Aquele
a quem seja estranha tal sensação, aquele que não mais
possa devanear e ser empolgado pelo encantamento, não passa, em verdade,
de um robô.
Saber realmente que existe aquilo que é impenetrável a nós
e que se mantém como a mais alta das sabedorias e a mais radiosa das
belezas, que as nossas faculdades embotadas não podem entender em suas
formas mesmo as mais primitivas, esse conhecimento, esse sentimento, está
no centro mesmo da verdadeira religiosidade.
A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de pesquisas científicas.
Minha religião consiste em uma humilde admiração com respeito ao espírito ilimitado que se revela nas menores circunstâncias e que podemos perceber com nossos espíritos frágeis e incertos.
Essa convicção profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que se revela no incompreensível Universo, é a idéia que faço de Deus."
(
Transcrito da pág. 4 do Jornal Espírita NOVA LUZ, de Santa Catarina/
SC - NOV/DEZ/ 2003).
05 - POBRES VIDAS ou VIDAS POBRES
Chovia, chovia muito. E pelas ruas molhadas, calçadas encharcadas, enlameadas,
levava meu corpo vazio igualzinho aquela chuva que caía.
Caminhava pelos campos, terra árida e seca, os pés doíam
ao sol, calejados do trabalho e da seca que doía sem dó.
Eram assim as várias vidas que viviam a reclamar: ora da chuva, ora da
seca, não sabiam o que pensar.
E assim passavam os dias, cada qual a reclamar, de modo cada vez mais irado
contra tudo, contra todos, só se ouvia o blasfemar.
E aqueles corações que por certo já sabiam o que era amar,
sequer pensaram em Jesus, que a todos só desejava consolar.
Pobres vidas ou vidas pobres,
por que será que a chuva, se é o sol a queimar ficam sempre a
esbravejar.
Filhos de Deus, Irmãos de Jesus, já pararam um instante apenas
para pensar, que a chuva é água que corre da mansão e dos
mares do alto, onde a vontade de Deus só serve para lavar, da alma e
do nosso físico, os males que nos vivem a cercar?
E do sol, brilhante, vivo, ardente, a tudo queimar, é sinal de renovação
nos físicos e espíritos quando a chuva chegar?
Agradeçam a Deus
os presentes que nos oferece a cada momento da vida, da mesma maneira que o
pão nosso de cada dia, que só vem alimentar e nos renovar.
Saibam receber com amor tudo aquilo que vem do céu porque o Pai nos presenteia
de graça sem nada em troca solicitar.
Um abraço amigo da amiga fraterna,
CORA CORALINA
(Mensagem recebida
na Comunhão Espírita no dia 15/SET/1987 pela
médium Maria Luzia Brandão, do Grupo Antonio Luiz Sayão.)
Transcrita da pág. 8, do Libertação, SET/OUT/1988 - Brasília/DF.