Os integrantes da Nulimit são Alexandre no contrabaixo, Clausem Bonifácio e Thais Uessugui nos vocais, Carlos, Leo Barros na guitarra, Amaro Vaz na bateria e Pedro Paulo nos teclados.


A banda Nulimit volta aos palcos do festival Porão do Rock, em 2001. Considerada a banda revelação na edição de 1999 do festival e prestes a lançar um novo disco, a banda retorna com suas canções, sua performance arrebatadora e seu "mix de grooves potentes" (Mário Marques, O Globo). Formada em 1996, a banda Nulimit faz um som repleto de groove e brasilidade, sem cair no óbvio. Culpa disso é o respeito por suas influências, que perpassam toda música negra, principalmente o soul e o funk, e o groove brasileiro de Tim Maia e outras feras, sem esquecer da MPB.

O pop refinado, reverente e bem tocado não abre espaço pra sons pasteurizados. O compromisso do Nulimit é com o Groove, com suas fontes de inspiração e com o sabor próprio desenvolvido nesses 5 anos de trabalho. "MPB com estílo", como bem definiu o Correio Braziliense. Com uma vasta experiência, adquirida pelos shows em diversas casas noturnas de Brasília (Gate's Miqra, Lizard Lounge, Music Hall, Palace, entre outras), a Nulimit já participou de grandes projetos, tais como "Cultura em Conjunto", "Temporadas populares" e "Encontros da Juventude".

Mas o principal, sem dúvida, foi o Festival Porão do Rock, do qual participaram (e participam) como membros fundadores. Montado no Mané Garrincha, em 1999, com um público de 140 mil pessoas, o festival teve como destaque a banda Nulimit, que foi eleita pelo jornal O Globo como revelação daquele ano, junto a banda Bois de Gerião - isso, um ano depois de ter ganhado o Prêmio Renato Russo, que possibilitou o lançamento de seu primeiro CD, Funkmetria, e de ser eleita, pelo jornal de Brasília, a banda revelação da cidade nesse ano.

A história do Porão do Rock


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